
Muitas pessoas não sabem como lidar com outras que apresentam algum tipo de deficiência.
Neste link http://www.lerparaver.com/ajudadeficientes.html encontrarão a resposta.




Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
DA PALAVRA ÀS ESCOLHAS


Somos iniciados às letras com ba-be-bis e palavras do nosso quotidiano no berço (mamã, bola). Em seguida conhecemos livros infantis, com histórias simples e personagens de cores chamativas. Mas é na adolescência que a pessoa define que tipo de leitor ela será: se um mero "passador de olhos" por capas de jornal pela manhã, se um leitor ocasional motivado pela faculdade ou pelo trabalho, ou alguém que ama ler.

