Para o mês de março a biblioteca recomenda:
"Contos tradicionais do povo português"
uma seleção de Teófilo Braga
Leitura recomendada para o 7º ano
Histórias de reis, príncipes, sargentos, mágicos, ladrões, irmãs gagás, Frei João sem cuidados...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Gostas de jogar Xadrez??
A mais antiga forma de xadrez apareceu na Índia no século VI, derivado de antiquíssimo jogo hindu conhecido por “Chaturanga”, nome que aludia às quatro armas do exército indiano: elefante, cavalo, carro e infantaria.

Poderíamos então ser levados a considerar os indianos como o povo inventor do xadrez, visto que sua história começou na Índia. Isso não significa no entanto que essa forma primitiva de xadrez fosse parecida com a que jogamos hoje. De facto, pode-se perceber isso só por saber que a forma mais antiga de xadrez era jogada por quatro jogadores. Este modelo inicial no entanto introduziu as diferentes peças correspondentes às variadas posições e que o tornam um claro ancestral do xadrez moderno.
Da Índia, o referido protótipo de xadrez atingiu a Pérsia, hoje Irão. É de onde provêm os termos xeque e xeque-mate, tendo os persas modificado grandemente o jogo tornando-o mais parecido com o que jogamos hoje. Os persas podem não ser candidatos a ser o povo que inventou o xadrez mas, no entanto, contribuíram grandemente para o seu desenvolvimento por terem modificado o jogo e por serem um ponto de passagem através do qual o xadrez chegou à Europa.
Foi durante o século XIII que o xadrez ganhou uma posição firme no continente Europeu e se tornou realmente popular. Foi também nesta época que o xadrez moderno nasceu, desde as regras que conhecemos hoje, tais como a capacidade do peão ser promovido uma vez atingido o quadrado mais distante e a rainha ser a peça mais poderosa, regras que foram postas em prática em Espanha e Itália. Assim, pode-se dizer que os italianos e espanhóis foram os “criadores” do xadrez, particularmente na sua forma actual.
Tal como é jogado actualmente, o Xadrez assume um carácter Medieval. Assemelha-se à guerra convencional e a um jogo da Corte, conforme pode ser visto pelos nomes e pelo movimento das peças sobre o tabuleiro de 64 casas.
Retirado de http://origemdascoisas.com/
Queres experimentar??
domingo, 14 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Se não os podes vencer...1 hora de Musicas ''Carnaval de Salão'' as 30 melhores (Marchinhas de Ca...
.1 hora de Músicas ''Carnaval de Salão'' as 30 melhores Marchinhas de Carnaval...
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
A biblioteca recomenda - fevereiro
Hoje quem recomenda os livros são os nossos amigos Anthony Pereira e Bianca Branco, ambos do 10º CTB da escola Júlio Dinis e frequentadores assíduos das nossas humildes instalações:
O Anthony recomenda "Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra" de Mia Couto.
(Recebendo um prémio do CNL de 2015)
"Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra"
de Mia Couto
Editorial Caminho
Um jovem estudante regressa
a sua ilha natal para participar no funeral do seu avô. Enquanto aguarda pela cerimónia ele é testemunha de estranhas visitações na forma de pessoas e cartas...
A Bianca recomendou:
"A Lua de Joana"
de Maria Teresa Maia Gonzalez
Editorial Verbo

Disse a Bianca : "Foi um livro que li com muito gosto e que recomendo a todas as pessoas da minha idade, pois ajudou-me a perceber o que realmente é importante na vida!"
O Anthony recomenda "Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra" de Mia Couto.
"Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra"
de Mia Couto
Editorial Caminho
Um jovem estudante regressa
a sua ilha natal para participar no funeral do seu avô. Enquanto aguarda pela cerimónia ele é testemunha de estranhas visitações na forma de pessoas e cartas...
A Bianca recomendou:
"A Lua de Joana"
de Maria Teresa Maia Gonzalez
Editorial Verbo
Disse a Bianca : "Foi um livro que li com muito gosto e que recomendo a todas as pessoas da minha idade, pois ajudou-me a perceber o que realmente é importante na vida!"
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Exibido hoje na Biblioteca da Júlio Dinis
No âmbito do projeto de cinema do nosso agrupamento, esteve hoje em exibição o filme:

"As vantagens de ser invisível" ( The Perks of beeing a wallflower) de Stephen Chbosky
filme que foi seguido com enorme interesse por todos e que certamente será motivo de reflexão pois são abordados temas como a adolescência com suas conquistas e dificuldades, a homossexualidade, a amizade, o bulling, a relação professores-alunos, e muitos mais.
Veja aqui o trailer do filme:
https://www.youtube.com/watch?v=qhROvhrY1Xg

"As vantagens de ser invisível" ( The Perks of beeing a wallflower) de Stephen Chbosky
filme que foi seguido com enorme interesse por todos e que certamente será motivo de reflexão pois são abordados temas como a adolescência com suas conquistas e dificuldades, a homossexualidade, a amizade, o bulling, a relação professores-alunos, e muitos mais.
Veja aqui o trailer do filme:
https://www.youtube.com/watch?v=qhROvhrY1Xg
Estantes de saúde
Se em vez de lhe ter receitado antidepressivos o seu médico lhe tivesse receitado a leitura de O Principezinho talvez os resultados do tratamento tivessem sido mais eficazes. Uma terapia virtuosa (...)
A biblioterapia não é mais uma terapia que os maníacos da saúde da moda perseguem, e que salta, mensalmente nas revistas femininas. (...) O faraó Ramsés II do Antigo Egito tinha sobre a entrada da sua biblioteca a frase "Remédios para a alma" e as bibliotecas do seu tempo estavam em templos chamados Casas de vida, locais de sapiência e espiritualidade. Em vez de comprimidos, livros. (...)

In Jornal "Dica da semana" artigo proposto pela docente Lúcia Viana
A biblioterapia não é mais uma terapia que os maníacos da saúde da moda perseguem, e que salta, mensalmente nas revistas femininas. (...) O faraó Ramsés II do Antigo Egito tinha sobre a entrada da sua biblioteca a frase "Remédios para a alma" e as bibliotecas do seu tempo estavam em templos chamados Casas de vida, locais de sapiência e espiritualidade. Em vez de comprimidos, livros. (...)

In Jornal "Dica da semana" artigo proposto pela docente Lúcia Viana
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
A biblioteca recomenda - Janeiro
"Já não sou nenhuma criança"
de Stan Cullimore
Editorial Presença

Tammy tem catorze anos e o seu irmão pequeno anda pelos seis.(...) O pai fica responsável da difícil gestão familiar. Em forma episdtolar, através das cartas que escreve à mulher, vamos acompanhando o quotidiano desta pequena "tribo" perturbada pelas perplexidades de um pai perante as mudanças drásticas que vão transformando "a sua menina" numa espécie de...mutante.
de Stan Cullimore
Editorial Presença

Tammy tem catorze anos e o seu irmão pequeno anda pelos seis.(...) O pai fica responsável da difícil gestão familiar. Em forma episdtolar, através das cartas que escreve à mulher, vamos acompanhando o quotidiano desta pequena "tribo" perturbada pelas perplexidades de um pai perante as mudanças drásticas que vão transformando "a sua menina" numa espécie de...mutante.
A biblioteca recomenda - Janeiro
A Sul da Fronteira A Oeste do Sol
de Haruki Murakami
ED- casa das letras
de Haruki Murakami
ED- casa das letras
"Pousei as mãos no volante e fechei os olhos. Não tinha a sensação de estar dentro do meu próprio corpo; sentia o meu corpo como um recipiente transitório, temporariamente emprestado. Que seria de mim no dia de amanhã?"
'A Sul da Fronteira, A Oeste do Sol', Haruki Murakam
Subscrever:
Mensagens (Atom)




