Talvez vocês não saibam, mas Mr Spock preencheu a nossa imaginação durante muito tempo. Exatamente porque não era humano, confrontou-nos com as nossas fraquezas e mostrou-nos as maravilhas da nossa imperfeição.
Leonard Nimoy morreu mas Mr. Spock... esse ficará.
Veja a entrevista
sábado, 28 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Poema do dia
URGENTEMENTE
É urgente o amor
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão, e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
"Eugénio de Andrade"
É urgente o amor
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão, e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
"Eugénio de Andrade"
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
JULIAN SMITH - I'm Reading a Book
Gostas de RAP? E conheces Julian Smith?
Então trata de ouvir!
Esta foi a inesperada sugestão da docente Isabel Ramada!
Se conseguires, acompanha o Julian pois aqui vai a letra da música!
Letra aqui
Então trata de ouvir!
Esta foi a inesperada sugestão da docente Isabel Ramada!
Se conseguires, acompanha o Julian pois aqui vai a letra da música!
Letra aqui
sábado, 21 de fevereiro de 2015
sábado, 14 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
GRÉCIA
Olha a Grécia!
Muito se fala da Grécia! Se vires este pequeno video compreenderás muitos dos disparates que ultimamente se ouvem sobre este país! Sim porque a Grécia é um país maravilhoso, berço de uma civilização onde se preza a beleza, a Democracia, os valores que elevam a espécie humana!
Sim porque um país com Ulisses, com Aquiles e um calcanhar, que saiu de dentro de um cavalo de madeira e em que o amor entre um homem (Páris) e uma mulher (Helena) gerou uma guerra de DEZ anos... é um grande país!
Ver video
Dia de S. Valentim
São Valentim quem foi?? Um santo com muitas namoradas?! Um namorado que era "um santo"?
Mas namorado de que santa?
Queres saber a história de São Valentim? Coitadito foi decapitado...ou seja...perdeu a cabeça... Ah então já percebi! Eu também perco a cabeça pela minha namorada!!
As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados pensa-se ter vivido no século III, em Roma, tendo morrido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra.
E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
Romeo and Juliet
"Ah, dear Juliet, why are you still so lovely? Eyes, look at Juliet for the last time! [putting his arms round her] Arms, hold her for the last time! {kissing her] And mouth, kiss her for the last time. Now, it's time for me to kill myself. [He takes out the bottle of poison and drinks] Oh, doctor, you gave me a good strong poison. It's very quick. [He kisses Juliet's hand] So with a kiss, I die. {He fall to the ground and dies.]
Romeo and Juliet by William Shakespeare
Penguin readers
Ler toda a obra
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Nuno Júdice na nossa Biblioteca!
Na última sexta-feira tivemos um visitante de excelência! Nem mais do que Nuno Júdice.
Numa sessão muito interessante (e muito elogiada...), Nuno Júdice leu...
Receita para fazer o azul
Se quiseres fazer azul,
pega num pedaço de céu e mete-o numa panela grande,
que possas levar ao lume do horizonte;
depois mexe o azul com um resto de vermelho
da madrugada, até que ele se desfaça;
despeja tudo num bacio bem limpo,
para que nada reste das impurezas da tarde.
Por fim, peneira um resto de ouro da areia
do meio-dia, até que a cor pegue ao fundo de metal.
Se quiseres, para que as cores se não desprendam
com o tempo, deita no líquido um caroço de pêssego queimado.
Vê-lo-ás desfazer-se, sem deixar sinais de que alguma vez
ali o puseste; e nem o negro da cinza deixará um resto de ocre
na superfície dourada. Podes, então, levantar a cor
até à altura dos olhos, e compará-la com o azul autêntico.
Ambas a s cores te parecerão semelhantes, sem que
possas distinguir entre uma e outra.
Assim o fiz – eu, Abraão ben Judá Ibn Haim,
iluminador de Loulé – e deixei a receita a quem quiser,
algum dia, imitar o céu.
pega num pedaço de céu e mete-o numa panela grande,
que possas levar ao lume do horizonte;
depois mexe o azul com um resto de vermelho
da madrugada, até que ele se desfaça;
despeja tudo num bacio bem limpo,
para que nada reste das impurezas da tarde.
Por fim, peneira um resto de ouro da areia
do meio-dia, até que a cor pegue ao fundo de metal.
Se quiseres, para que as cores se não desprendam
com o tempo, deita no líquido um caroço de pêssego queimado.
Vê-lo-ás desfazer-se, sem deixar sinais de que alguma vez
ali o puseste; e nem o negro da cinza deixará um resto de ocre
na superfície dourada. Podes, então, levantar a cor
até à altura dos olhos, e compará-la com o azul autêntico.
Ambas a s cores te parecerão semelhantes, sem que
possas distinguir entre uma e outra.
Assim o fiz – eu, Abraão ben Judá Ibn Haim,
iluminador de Loulé – e deixei a receita a quem quiser,
algum dia, imitar o céu.
Nuno Júdice
Voltará?
Figuras: Stary night over the Rhone - Vincent Van Gogh (1888) e Foto do rio Ródano (2008)terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
A biblioteca recomenda - Fevereiro
De edição da responsabilidade da Fundação Jorge Álvares dispõe a biblioteca escolar de diversos exemplares do livro :" Missão impossível" de Ana Maria magalhães e Isabel Alçada com lindíssimas ilustrações de Carlos Marques. A nossa sugestão de leitura para o mês de fevereiro...
"_ Vamos partir por ares nunca antes navegados - informou o Chi'i lin. - Preparem o espírito e o corpo para o que der e vier. (...) Aqueles conselhos, se eram sábios, também eram inquietantes. Noutras circunstâncias, Matilde, Rodrigo e Luís talvez se assustassem.(...)
Entregues à sua sorte, flutuavam agora entre o céu e a terra. Ou seria entre o hoje e o amanhã? Ou entre o mundo real e o mundo virtual?"
"_ Vamos partir por ares nunca antes navegados - informou o Chi'i lin. - Preparem o espírito e o corpo para o que der e vier. (...) Aqueles conselhos, se eram sábios, também eram inquietantes. Noutras circunstâncias, Matilde, Rodrigo e Luís talvez se assustassem.(...)
Entregues à sua sorte, flutuavam agora entre o céu e a terra. Ou seria entre o hoje e o amanhã? Ou entre o mundo real e o mundo virtual?"
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Proposta Prazer de ler
Hoje a nossa proposta de leitura é um artigo que achamos interessante de Rubem Alves - O Prazer da leitura que encontrámos no blogue "Aprender a olhar o mundo"
Citamos: "Lembro-me da criançada a repetir em coro, sob a regência da professora: "bê-á-bá; bê-e-bê; bê-i-bi; bê-ó-bó; bê-u-bu"... Estou a olhar para um postal, miniatura de um dos cartazes que antigamente se usavam como tema de redacção: uma menina deitada de bruços sobre um divã, queixo apoiado na mão, tendo à sua frente um livro aberto onde se vê "fa", "fe", "fi", "fo", "fu"...
Se é assim que se ensina a ler, ensinando as letras, imagino que o ensino da música se deveria chamar "dorremizar": aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas e a música aparece! Posso imaginar, então, uma aula de iniciação musical em que os alunos ficassem a repetir as notas, sob a regência da professora, na esperança de que, da repetição das notas, a música aparecesse..."
Citamos: "Lembro-me da criançada a repetir em coro, sob a regência da professora: "bê-á-bá; bê-e-bê; bê-i-bi; bê-ó-bó; bê-u-bu"... Estou a olhar para um postal, miniatura de um dos cartazes que antigamente se usavam como tema de redacção: uma menina deitada de bruços sobre um divã, queixo apoiado na mão, tendo à sua frente um livro aberto onde se vê "fa", "fe", "fi", "fo", "fu"...
Se é assim que se ensina a ler, ensinando as letras, imagino que o ensino da música se deveria chamar "dorremizar": aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas e a música aparece! Posso imaginar, então, uma aula de iniciação musical em que os alunos ficassem a repetir as notas, sob a regência da professora, na esperança de que, da repetição das notas, a música aparecesse..."
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