sexta-feira, 2 de abril de 2010

«Eyesdown» - evocação da Primavera

O produtor britânico Simon Green, também conhecido por Bonobo, lançou esta segunda-feira o seu quarto LP, «Black Sands», quatro anos depois do seu último registo, «Days To Come».

O artista disponibilizou a faixa «Eyesdown», para descarregar gratuitamente, no site oficial. Para fazer download, basta um endereço de e-mail válido.

«Eyesdown» inclui a participação vocal de Andreya Triana, que também contribuiu para as faixas «The Keeper» e «Stay The Same», e o vídeo parece evocar o optimismo da chegada da Primavera.


Quadro de Honra e Excelência - 2º Período

Parabéns a todos os alunos que com o seu esforço, empenho e sentido de responsabilidade estão, com todo o mérito, no Quadro de Honra.



Ensino Básico

7º A - Ralph Júnior Aleixo – nº 16
7ºC - João Francisco Almeida – nº 13, Jorge Miguel Sousa – nº 16 e Luís Pedro Valente – nº 19

7º D - Pedro Poças – nº 21

7º E - Joana Beatriz Costa – nº14, Mariana Peneda Conde – nº19 e Nuno Ferreira Sampaio – nº21

8º B - Inês Poças Ferreira – nº11

8º C - Francisco Regalado – nº9 e Pedro Azevedo – nº16
8º D - Francisco Gomes Silva – nº6
9º A - Ana Sofia Moreira – nº1, António Moreira- nº, Mafalda Pereira- nº 13 e Mariana Farraia – nº 16
9º B - Ana Sofia Vasconcelos – nº1
9º C - Ana Rita Poças Santos – nº2

9º D - Gabriela Batista – nº8


Ensino Secundário
10º CTA - Carlos Rafael Guilherme – nº15

10º CTB - Maria Miguel Resende – nº15 e Patrícia Dias Correia – nº20

10º CTC - Ana TeresaMoura – nº3 e Filipa Valente – nº8

11º CTA - Arturo Licínio Lopez – nº4

11º CTB - Paula Cristiana Ferradaz – nº15

11º LH - Catarina Carvalho – nº7

12º CTA - Ana Catarina Sousa – nº2, Maria João Resende – nº14 e Susana Pinho – nº18

12º LH- Rita Fernandes – nº13

12º TD - Carla Filipa Castro – nº4

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Prémio Hans Christian Andersen para David Almond


O escritor britânico David Almond é o vencedor do Prémio Hans Christian Andersen, o mais importante galardão da literatura infanto-juvenil, atribuído ao conjunto da sua obra, na última edição da Feira do Livro Infantil de Bolonha.
Uma homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), nascido a 2 de Abril - proclamado Dia Mundial do Livro Infantil -, foi atribuído por um júri composto por dez pessoas, que descreveu David Almond como «criador do realismo mágico para crianças» e «uma voz única que capta a imaginação dos jovens leitores, motivando-os a ler, a pensar e a utilizar o espírito crítico».
Em Portugal, estão publicados, pela Editorial Presença quatro livros do autor: O Segredo do Senhor Ninguém, O Grande Jogo, Um Cantinho no Paraíso e O Meu Pai É um Homem-Pássaro.

terça-feira, 30 de março de 2010

João Paulo Borges Coelho, Prémio Leya 2009










O que procura Hans Mahrenholz, um oficial alemão que se faz passar por empresário e jornalista inglês, nas ruas da Lourenço Marques de 1919, ainda no rescaldo da Grande Guerra?

E por que não assume a sua verdadeira identidade? E por que procura desesperadamente um mulato com nome grego e uma longa cicatriz? E como o pode ajudar um dos mais famosos jornalistas dessa cidade, um mestiço assimilado e carismático?
Hans Mahrenholz (ou Henry Miller) chega ao norte de Moçambique num zepelim e é largado de pára-quedas, sozinho, em plena selva, com a missão de se juntar ao contingente do general Lettow.
Consegue-o. Mas todo o resto da campanha militar é assombrada pela estação das chuvas, a floresta virgem, a malária e os confrontos com os exércitos inglês e português.
Quando chega a Lourenço Marques, Hans já não é o herói ingénuo e corajoso que se juntou a Lettow. É uma personagem misteriosa com uma missão misteriosa...

Com estas linhas se levanta uma ponta do véu que envolve toda a história do Olho de Herzog.
Quem é, o que é, onde está, é a trama que o autor leva por diante num grosso volume de quase quinhentas páginas que só se deixa de ler...quando acaba!
Paralelamente com a intriga está a Lourenço Marques de princípios do século passado, onde cafés e restaurantes são identificáveis pelo mais ínfimo pormenor o que revela a par do trabalho de romancista o investigador que João Paulo tem em si. Um romance que, quem viveu em Moçambique e por outro lado, quem queira conhecer um pouco da história das suas gentes e da sua cultura, dá a conhecer hábitos, costumes, culturas que pela força e pela intensidade não morrerão.

João Paulo Borges Coelho é um historiador e escritor moçambicano. Ensina História Contemporânea de Moçambique e da África Austral na Universidade Eduardo Mondlane em Moçambique.
Tem-se dedicado à investigação das guerras colonial e civil em Moçambique, tendo publicado vários textos académicos em Moçambique, Portugal, Reino Unido, Espanha e Canadá.


segunda-feira, 29 de março de 2010

Associação de Pais premeia alunos apurados para a Final do Concurso de Leitura do Concelho de Ovar "Mais e Melhores Leitores 2010"



No passado dia 24 de Março esteve presente na biblioteca da nossa escola a Presidente da Associação de Pais da Júlio Dinis, Dr.ª Graça Castro, para proceder à entrega de prémios aos alunos apurados para a final do Concurso de Leitura do Concelho de Ovar "Mais e Melhores Leitores 2010" - 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, e desejar o maior sucesso na sua vida pessoal e escolar a todos os alunos participantes, elogiando o seu gosto pela leitura.



FINAL DO CONCURSO DE LEITURA DO CONCELHO DE OVAR "MAIS E MELHORES LEITORES 2010" - 3º ciclo do ensino básico


Decorreu na Biblioteca Municipal de Ovar dia 25 de Março a final do concurso de leitura do concelho de Ovar "Mais e Melhores Leitores 2010" para os alunos do 3º ciclo. Participaram todas as escolas do concelho de Ovar, à excepção de duas. Foram à final três alunos por escola, num total de dezoito participantes. A prova foi realizada pelos docentes de Português das escolas organizadoras, Júlio Dinis e Sec. de Esmoriz.

Os vencedores:
1º lugar- Pedro Azevedo - 8º C - Esc. Sec. Júlio Dinis

2º lugar - Liliana Sousa - 9º A - Esc. Sec. Esmoriz
3º lugar - Joana
Costa - 7º E - Esc. Sec. Júlio Dinis

Os nossos alunos concorrentes estão de parabéns! Um muito obrigado a todos os alunos participantes e aos professores de português!

terça-feira, 23 de março de 2010

Livro revela novos dados sobre o humanismo de Aristides de Sousa Mendes


As revelações constam da reedição do livro "Um Homem Bom" - Aristides de Sousa Mendes, do escritor português residente no Canadá Rui Afonso.
A obra, agora dada à estampa pela Texto Editora, foi editada inicialmente pela Caminho em 1995 como uma biografia de Aristides de Sousa Mendes, mas agora traz novas revelações devido a novos documentos consultados pelo autor, segundo disse o autor.

Nadine Thierry, mulher do barão de Rotschild, a mulher do poeta Marsman, o cineasta Henry Diamond de Belgé e um chefe de orquestra polaco amigo de Malcuzynski foram outras das pessoas a quem o cônsul português em Bordéus terá concedido vistos, acrescentou à Lusa Rui Afonso.

Segundo o autor, a obra agora publicada conta com mais de 50 páginas novas em relação à edição de 1995, muitas das quais devido ao livro "Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial", editado em 2006.
Para Rui Afonso, o problema dos judeus na II Guerra Mundial "mantém-se actual.
"O problema que afectou os judeus continua a afectar ainda hoje muitas minorias", disse, sublinhando tratar-se de uma questão em que todos deviam reflectir no sentido de conseguirem "pôr-lhe um termo".
Na obra, Rui Afonso refere que Aristides de Sousa Mendes não estava nas boas graças do Ministério dos Negócios Estrangeiros, porque, tal como o irmão que fora ministro com aquela pasta durante Estado Novo, era um monárquico confesso.

"O conto dos chineses" de José Cardoso Pires ilustrado por Cayate


“O conto dos chineses” narra uma relação de amizade que supera as diferenças culturais na medida em que as personagens são um português, as suas filhas e dois feirantes chineses.
Um destes chineses tinha dentes de ouro “e abria um sorriso de moeda antiga”, escreve Cardoso Pires.
“O conto dos chineses” integra a colectânea “O burro em pé” editada em 1979.

Nascido em São João do Peso em 1925, tendo escrito cerca de 24 títulos entre crónicas, contos, teatro e teatro radiofónico.
Falecido aos 73 anos recebeu 11 prémios literários, entre eles, o Prémio Internacional União Latina (1991) e o Prémio Pessoa (1997).
O livro de crónicas “De Profundis, Valsa Lenta” valeu-lhe o Prémio D. Dinis, da Fundação Casa de Mateus, e o da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Crítico.

"Para maiores de dezasseis" em Bolonha


De acordo com a Editorial Caminho, a obra integrará uma exposição colectiva que a Biblioteca Internacional da Juventude organiza anualmente na Feira do Livro Infantil de Bolonha.

Esta feira, uma das mais importantes do mundo na área do livro para a infância, decorrerá de 23 a 26 de Março naquela cidade italiana.
A exposição "White Ravens" (corvos brancos) apresenta uma selecção de mais de 200 obras literárias para a infância e adolescência provenientes de cerca de 50 países.

Todos os anos têm sido seleccionados livros de autores portugueses, como Gonçalo M. Tavares, Luísa Ducla Soares, a dupla Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Alice Vieira e Mia Couto e dos ilustradores Pedro Leitão, Danuta Wojciechowska, André Letria, Luís Henriques e Rachel Caiano.

Ana Saldanha já tinha sido seleccionada em 1998 com o livro "Doçura amarga" e em 2001 com "Para o meio da rua".
Natural do Porto, a escritora é autora de outros títulos como "Uma casa muito doce", "Ninguém dá prendas ao Pai Natal" e "O papão no desvão".

Pela primeira vez, a Biblioteca Internacional da Juventude vai organizar em Munique o Festival White Ravens, entre 20 e 25 de Julho, com a participação de escritores e ilustradores de todo o mundo.


52ª Uma aventura ... em Pulo do Lobo


Ana Maria Magalhães disse que "hoje as pessoas chegam a muito velhas e não podem ser vistas como descartáveis, pois têm lições de vida a dar". A escritora referiu ainda que "agora tudo se passa entre gente muito nova e bonita, e os mais velhos são vistos como uma coisa que sobra da nossa sociedade". Os heróis da 52.ª aventura - em 28 anos da colecção - continuam a ser o Chico, o João, o Pedro, as gémeas Teresa e Luísa e os cães Faial e Caracol. "Cada livro vale como se fosse único e os heróis mantêm a idade de sempre, pois são inspirados em alunos nossos", esclareceu a autora.
Relativamente ao futuro da parceria, Ana Maria Magalhães afirmou que, apesar das funções de ministra da Educação de Isabel Alçada, continuam "a trabalhar duas vezes por semana". Ana Maria Magalhães esclareceu que foi uma opção da actual ministra da Educação, que, dez dias depois de ter tomado posse da pasta, já estavam a trabalhar juntas. "Os ministros também têm direito aos seus tempos livres, uns preferem ir jogar golfe, outros ir ao cinema, e ela [Isabel Alçada] prefere trabalhar, e nós temos trabalhado ao fim de semana, às vezes à hora de almoço, num espaço que há antes de uma reunião", disse.
A "aventura" é delineada no Verão e o título desta 52ª surgiu das várias cartas dos leitores que dão sugestões, além do facto de Pulo do Lobo "ser um sítio que tem uma certa magia e é uma espécie de tesouro escondido no Alentejo".
As duas autoras estão também a trabalhar num outro volume de divulgação da História de Portugal relativo ao século XIX, em conjunto com o historiador Paulo Jorge Fernandes da Universidade Nova.

domingo, 21 de março de 2010

A propósito de poesia ....






















Quase

Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul – eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

Assombro ou paz? Em vão… Tudo esvaído
Num grande mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho – ó dor! – quase vivido…

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão…
Mas na minh’alma tudo se derrama…
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo … e tudo errou…
— Ai a dor de ser — quase, dor sem fim…
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou…

Momentos de alma que,desbaratei…
Templos aonde nunca pus um altar…
Rios que perdi sem os levar ao mar…
Ânsias que foram mas que não fixei…

Se me vagueio, encontro só indícios…
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios…

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí…
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi…

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

Dia Mundial da Poesia

"Em toda a infância houve um jardim - isto é coisa de poetas."
Agustina Bessa-Luís




Literacia da Informação


Manual da Literacia da Internet - um manual muito interessante e muito útil para educadores.