quinta-feira, 29 de outubro de 2009

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA





INSCRIÇÕES ABERTAS

1ª FASE - NÍVEL DE ESCOLA

Obras de Leitura

Ensino Básico -

Os da minha rua - Ondjaki
Quem me dera ser onda - Manuel Rui
Uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma - Irene Lisboa

Ensino Secundário -


A viagem do elefante - José Saramago
As memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
O quase fim do mundo - Pepetela

As provas realizam-se:

E. Básico - dia 5 de Janeiro (16 horas na Cantina)
E. Secundário - dia 6 de Janero (16horas na Cantina)


Eu vou participar!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A noite passada



Trabalho realizado por alunos do 8º ano da Esc de Santo Onofre, na disciplina de Educação Visual.

sábado, 24 de outubro de 2009

Ler é bom?

Retirado de :

LER, PENSAR E ESCREVER

de Gabriel Perissé (nacionalidade brasileira)
"
Bom? Ler é bom demais. Ler é ótimo. Ler é mais do que necessário. Enriquecedor. Imprescindível. Mas a verdade é que talvez você só leia “de vez em quando”. Ou até leia com certa freqüência, mas gostaria de ler melhor, ou de ler mais, num país em que se costuma dizer que as pessoas lêem muito pouco, falam mal e escrevem pior ainda.

Diante do desinteresse mais ou menos generalizado pelo livro (que não é só um problema brasileiro, é mundial), cuja raiz está na educação familiar e escolar, nós, professores, em desespero de causa, costumamos cometer um erro fatal. Obrigamos os jovens a lerem Iaiá Garcia de Machado, Iracema de Alencar, Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, O Cortiço de Aluísio, ou um outro romance-cortiço qualquer, ou um romance açucarado ou, pior ainda, o último best-seller, com os seus conhecidos ingredientes de muito sangue, sexo e agora esoterismo. Democraticamente, impomos a todos que leiam o mesmo livro e, na prova, respondam (quase) da mesma forma.


Resultado: fazemos justamente o contrário do que queríamos. Tornamos o ato de ler um dever desagradável, irritante, e convertemos o livro num símbolo do constrangimento, da cobrança e do fracasso. Geramos, assim, pessoas complexadas, novos analfabetos funcionais que, na frase do poeta Mario Quintana, “são os que aprenderam a ler e não lêem”, e completo: são os que aprenderam a escrever e não escrevem.

Trabalhamos com a maior boa vontade, sem dúvida, pois ansiamos fazer entender aos jovens que o hábito de ler é meio caminho andado para uma pessoa ser intelectual e socialmente saudável e, em todas as áreas, um profissional completo. O fato, no entanto, é que muitos dos que alcançam e concluem o curso superior continuam alheios ou, o que é pior, avessos aos livros. Para o resto da vida, só lerão “de vez em quando”: manuais técnicos, o caderno de esportes do jornal, a revista mensal ilustrada, qualquer coisa em que o interesse imediato pelo assunto supere a barreira de uma incapacidade quase física para ler textos exigentes e substanciais.

Ou será que nós, professores e pais, não os motivamos realmente a ler?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009


Na Física, como em qualquer outra matéria, aqueles que viveram o entusiasmo do processo criativo são aqueles que de um modo mais audaz cruzaram os limites do conhecimento, para aventurar-se em territórios inexplorados que estão para além da barreira do óbvio. Este tipo de pessoas tem duas características: a primeira de elas é uma habilidade infantil de ver o mundo COMO É e nao como nos parece de acordo com o que sabemos dele. A segunda característica do verdadeiro artista e do verdadeiro cientista é a firme auto-confiança que ambos possuem.

Gary Zukav

em : http://bailandoconlobos.blogspot.com

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Portal das ciências

Neste portal, professores e alunos podem encontrar informação relevante sobre a actividade científica!

CLICAR

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ciência Viva

À semelhança de anos anteriores, a Ciência Viva está a promover mais uma edição da Semana da Ciência e da Tecnologia, que decorrerá de 21 a 27 de Novembro.
Durante essa semana o público tem a oportunidade contactar com a Ciência e a Tecnologia de uma forma mais próxima, através de colóquios, exposições, debates, dias
abertos e outras actividades, promovidas por centros de investigação, universidades, escolas, museus e Centros Ciência Viva.

Mais uma vez, a Ciência Viva conta com a colaboração activa das escolas nesta iniciativa, quer participando em actividades organizadas por instituições científicas e museus, quer abrindo as suas portas à comunidade local.

A programação de todas as actividades pode ser consultada na página da Ciência Viva.

Acompanhe também as iniciativas da Ciência Viva através do Twitter.

JOGO!


CLICA AQUI!! E JOGA!!


TANGRAM : CLICA EM CONTINUAR E DICA E CONSTRÓI AS FIGURAS...USA AS SETAS PARA ORIENTAR AS PEÇAS!




BOM JOGO!!

sábado, 10 de outubro de 2009

Kings of Convenience - Misread

MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

No Mês Internacional da Biblioteca Escolar, faz da BE o teu espaço de pesquisa, de trabalho e de leitura.
Vem à BE – procura um bom livro. Verás que ler é um prazer.

David Mourão-Ferreira

A Maravilha que Deve Ser Escrever um Livro (...) a maravilha que deve ser escrever um livro: a invenção dentro da memória; a memória dentro da invenção; e toda essa cavalgada de uma grande fuga, todo esse prodígio de umas poligâmicas núpcias, secretas e arrebatadas, com a feminina multidão das palavras: as que se entregam, as que se esquivam; as que é preciso perseguir, seduzir, ludibriar; as que por fim se deixam capturar, palpar, despir, penetrar e sorver, assim proporcionado, antes de se evaporarem, as horas supremas de um amor feliz. Não há matéria mais carnalmente incorpórea; nem outra mais disposta a por amor ser fecundada.
Como se pode interpretar de outro modo esse velho lugar-comum de ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro? Só se em todos os casos se tratar de grandes e inevitáveis actos de amor: com a Mulher, com a Terra, com a Língua. Mas de plantar árvores e ter filhos haverá sempre muita gente que se encarregue. De destruir árvores também; de estragar filhos igualmente. Em compensação, um livro, um livro que viva, multiplicado, durante alguns anos ou alguns séculos, e que depois vá morrendo, sem ninguém dar por isso, mas nunca de uma só vez, até ser enterrado na maior discrição ou até se ver de súbito renascido, inesperadamente ressuscitado, um livro com semelhante destino - luminoso por mais obscuro, obscuro por mais luminoso -, isto é que foi sempre o que me empolgou.

David Mourão-Ferreira, in 'Um Amor Feliz'

Memories

Rádio- Sinais de Fernando Alves - TSF

SINAIS

com David Mourão Ferreira